Vulnerabilidades MikroTik – Atualizações

Vulnerabilidades MikroTik – Atualizações

ATUALIZAÇÃO: Vulnerabilidades MikroTik.

 

Aumentou para quase 20% o número de roteadores Mikrotik capturados numa botnet formada para a mineração da criptomoeda Monero, recentemente descoberta pela Trustwave. E até este domingo (05/08), o número de roteadores Mikrotik a serviço da botnet no mundo inteiro subiu de 72.187 para 85.499, ou seja, 92 dispositivos por hora.

Curiosamente, a maior parte dos dispositivos contaminados está instalada no Brasil, com um total de 81.140 hoje contra 71.011 no dia 31/07, data da descoberta. Um dos roteadores capturados atende o servidor web de um hospital, cuja identidade não foi revelada pelo pesquisador da Trustwave.

Em detalhes: A botnet está contaminada com o malware Coinhive, responsável pela escravização de dispositivos, visando utilizá-los na mineração da criptomoeda Monero. Até este último update, ainda não se sabe quem está por trás desta botnet. A única certeza, é que ela tem o objetivo de favorecer esta atividade de mineração, que consome recursos de computação e também energia elétrica.

A lógica dos criminosos, é de que quanto mais máquinas fazendo mineração, maiores as probabilidades de lucro para quem controla a rede.



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Você sabe quais são os dez tipos de phishing mais comuns?

Você sabe quais são os dez tipos de phishing mais comuns?

Conheça quais são os dez tipos de phishing mais comuns e entenda porque eles nunca saem de moda.

 

O phishing é e continuará sendo um dos principais vetores de ataque para roubo e sequestro de dados. Isso se deve porque sua estratégia de criação é rápida e permite não só o emprego de técnicas sofisticadas de cibercrime, como também pode “surfar” na onda de eventos políticos, sociais e etc.

Empresas e usuários estão cada vez mais na mira dos atacantes. E para as organizações, é necessário acompanhar a evolução das tecnologias de proteção contra o cibercrime. Já os usuários, devem ficar atentos pois qualquer descuido, pode ser crucial para o sucesso destes criminosos. Conheça abaixo os dez tipos de phishing mais comuns:

Falsos e-mails ou mensagens

O tipo mais comum. Quer um exemplo prático? O usuário recebe uma mensagem dizendo que seus dados precisam ser atualizados, pois a conta bancária pode ser desativada, e muitas pessoas acabam caindo pois os hackers enviam e-mails que parecem ser de empresas reais, como bancos. Sua ação principal é fazer com que o usuário clique em um link, este que leva a um endereço fraudulento. Veja abaixo um tipo de golpe aplicado pelo WhatsApp.

Foto: Thássius Veloso/TechTudo.

Phishing do Dropbox

Possui uma conta no Dropbox? Preste atenção pois seu armazenamento de arquivos importantes e particulares por lá pode ser comprometido, pois os criminosos usam falsos endereços que parecem vir do serviço de storage, que o levará a fazer login em um site fraudulento.

Ataque aos arquivos do Google Docs

Não só usuários comuns, mas também empresas passaram a armazenar documentos importantes no Google Drive. E isso tem feito com que os cibercriminosos também mirem esta plataforma.
O plano é basicamente o mesmo do phishing do Dropbox: um falso e-mail que parece ser da equipe do Google pede para que o usuário clique em um link falso.

Empresa grande? O prêmio e o peixe são ainda maiores!

Quando o assunto é atingir corporações, os criminosos visam atacar com phishing primeiro aqueles que ocupam os cargos mais altos. E quando conseguem ter acesso a esses e-mails, logo várias mensagens são espalhadas, solicitando arquivos importantes aos colaboradores, que respondem prontamente aos seus superiores. E em questão de minutos, boom!! Os atacantes já conseguiram acessar informações confidenciais da empresa, e além do roubo de dados, podem acontecer perdas financeiras.

Phishing por ransomware

O ransomware está em alta, e com forte tendência em se consolidar como um dos mais poderosos vetores de ataque atualmente. Com variantes muito mais danosas que o trivial “sequestro” de dados, alguns atacantes podem até destruir remotamente partes da infraestrutura, caso o cliente se negue a pagar o resgate.

No ransomware, o usuário também recebe um link fraudulento mas, em vez de ser redirecionado a um site falso, ele acaba instalando um malware no computador. O objetivo não é exatamente roubar apenas as informações, mas também tornar todos os dispositivos  infectados, indisponíveis para uso. E para ter acesso a todos seus arquivos novamente, é preciso pagar por um resgate aos criminosos.

Confira um divertido vídeo sobre ransomware, com oferecimento de nosso parceiro WatchGuard:

 

Pharming

Uma variante muito perigosa de phishing, pois ele ataca o servidor DNS, principalmente de empresas. O ataque pode ser ou com a instalação de um cavalo de troia em algum computador host ou diretamente na rede. A partir daí, qualquer endereço de site, mesmo que pareça confiável, pode levar a páginas fraudulentas sem que o usuário desconfie. Assim, os hackers conseguem coletar informações de várias pessoas ao mesmo tempo.

 

Bitcoins

Com as criptomoedas em alta, os cibercriminosos logo perceberam que seria um interessante meio de aplicação de golpes por phishing. Os hackers têm utilizado truques como sites disfarçados de serviços de câmbio ou e-mails com oportunidade de compra que são tentadoras, mas totalmente falsas.

Spear Phishing

Esse tipo de golpe visa atingir um número menor de pessoas, mas a chance de sucesso termina sendo maior. São enviadas a poucas pessoas mensagens personalizadas, com informações bem convincentes, como nome, sobrenome e outros dados, que levam o usuário a acreditar que está recebendo um e-mail legítimo de alguém familiar. Os golpistas podem até falsificar endereços de sites conhecidos, o que dificulta perceber que está se caindo em um golpe.

Smishing SMS

O alvo aqui são exclusivamente os celulares. O smishing é um tipo de phishing que chega por mensagens de texto supostamente enviadas por empresas conhecidas que oferecem prêmios que não existem. Como das outras formas de golpe, a pessoa clica em algum link malicioso e é induzida a digitar dados pessoais, incluindo número do cartão de crédito.

“Vishing” ou Voice Phishing?

Aqui, mais uma vez, o telefone, móvel ou fixo, é a forma usada para atacar as vítimas, Os criminosos criam uma mensagem automática e fazem repetidas ligações para vários números diferentes. Mais uma vez, sob o pretexto de serem empresas (e principalmente bancos), persuadem as pessoas a digitarem ou informarem dados pessoais.

Fonte: techtudo.


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VPNFilter – Atualizações e comunicados do Ministério Público.

VPNFilter – Atualizações e comunicados do Ministério Público.

Em comunicado, Ministério Público reforça pedido para que todos brasileiros reiniciem os seus roteadores.

 

Há oito meses, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em parceria com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), vem investigando fraudes cometidas com o uso de roteadores infectados.

Em comunicado, o departamento de comunicação do MPDFT, informa.

A Comissão de Proteção dos Dados Pessoais do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) alerta que os roteadores domésticos e de home office estão sob risco de infecção pelo malware VPNFilter. Para ajudar a combater o vírus, todos os proprietários brasileiros devem reiniciar os aparelhos para interromper temporariamente o vírus e ajudar na identificação potencial de roteadores infectados.

O MPDFT recomenda, ainda, a desativação das configurações de gerenciamento remoto e o uso de senhas fortes. Também é importante atualizar o software (firmware) do roteador. Os aparelhos infectados podem coletar dados pessoais, bloquear o tráfego de internet e direcionar os usuários para sites falsos de instituições bancárias e de e-commerce. O objetivo é cometer fraudes.”

Acesse aqui maiores informações sobre o procedimento de investigação criminal do MPDFT.

Fonte: Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.


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VPNFilter – A propagação de malware que afetou milhares de usuários. Entenda.

VPNFilter – A propagação de malware que afetou milhares de usuários. Entenda.

Polícia federal dos EUA diz que hackers comprometeram 500 mil aparelhos em 54 países, e pede que dispositivos sejam resetados para interromper o malware e ajudar na identificação de aparelhos infectados.

 

O FBI, a polícia federal americana, emitiu um alerta informando que hackers estrangeiros propagaram um malware capaz de comprometer “centenas de milhares de roteadores de casas e escritórios”. Nomeado VNPFilter, este malware tem impacto significativo e é capaz de recolher informações que passam pelos roteadores além de torná-los inoperantes.

“O FBI recomenda a qualquer proprietário de roteadores em escritórios pequenos e casas devem resetar seus aparelhos para interromper temporariamente um malware e ajudar com a possível identificação de dispositivos infectados”, disse a agência em um comunicado oficial e também na conta do Twitter.

Post no Twitter – FBI

O VPNFilter é um malware modular altamente sofisticado que usa vários estágios para ganhar persistência, se comunicar com servidores C2 e baixar módulos adicionais de malware especializados. O primeiro estágio do malware difere da mesa categoria, típica de IoT, pois ele pode ganhar persistência no dispositivo afetado, o que significa que o dispositivo continua infectado por meio de uma reinicialização. Depois de ganhar uma posição segura, o primeiro estágio tenta localizar e baixar o segundo estágio do malware por meio de métodos redundantes, incluindo endereços IP ocultos em imagens do Photobucket e um domínio codificado. Se todos os métodos de download ativos falharem, o malware detectará um pacote de rede especial contendo mais instruções.

Entre os dispositivos afetados pelo VPNFilter, encontram-se os equipamentos dos fabricantes Linksys, MikroTik, NETGEAR e TP-Lynk.

Apenas relembrando, malwares são softwares maliciosos programados para se infiltrar em um computador alheio de forma ilícita. Vale a pena ficar atento a qualquer comportamento anormal de conexão, assim como aos links acessados em navegadores e clientes de e-mail.

Fonte: Secplicity e G1.


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Monero: Além de minerar criptomoedas, seu hardware também pode estar sendo minado.

Monero: Além de minerar criptomoedas, seu hardware também pode estar sendo minado.

Descoberta pela Unit42, laboratório de especialistas da Palo Alto Networks, a nova campanha lançada pelos criminosos já alcançou cerca de 15 milhões de PC’s ao redor do mundo. Este evento de consiste na disseminação de um vírus para aproveitar os sistemas das vítimas, e realizar a mineração da criptomoeda Monero.

 

Mas afinal, o que é mineração de criptomoeda?

Existem muitas definições sobre mineração de criptomoedas, cada uma diferentemente abordada por sua entidade emissora. No entanto, encontramos uma definição dada pelo professor de programação Ronaldo Prass (G1), bem clara e objetiva, usando o Bitcoin como exemplo que é a seguinte.

“A mineração de criptomoedas é o processo de registar as transações ao “livro” público do Bitcoin, também conhecido como “Blockchain”. As informações armazenadas nessa estrutura servem para confirmar as transações válidas. A rede Bitcoin usa o “Blockchain” para distinguir transações de Bitcoins legítimas de tentativas de reuso de moedas, ou seja, moedas que já foram gastas em outra transação. Esse processo é gerenciado por softwares específicos instalados nos computadores, o seu funcionamento em rede é semelhante ao torrent. Após conectado, o computador do usuário se conecta a um grupo de mineradores para aumentar a capacidade de processamento de dados. Essa rede possibilita que o Bitcoin não dependa de uma estrutura centralizada para a realização das transações. Os usuários que realizarem a mineração serão recompensado com criptomoedas.”

 

E o que nós brasileiros temos a ver com isso?

De acordo com a Palo Alto Networks, o Brasil é um dos países mais afetados. Estima-se que pelo menos 550 mil computadores no país teriam recebido o vírus. Ainda de acordo com as investigações e os relatos apresentados pelas vítimas, os conteúdos nocivos são distribuídos por meio de mensagens publicitárias enganosas, tais como em serviços como o Adfly, por exemplo. Relata-se também configurações padrão dos navegadores, são uma brecha de ataque para que estes anúncios se aproveitem e iniciem um download automático.

Para maiores informações técnicas, acesse este link para consulta direta ao site da Unit42.

 

 

Fontes: G1 e Unit42 Blog.


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Malware Zumanek: Tudo aquilo que você precisa saber sobre ele.

Malware Zumanek: Tudo aquilo que você precisa saber sobre ele.

Engenhoso trojan de acesso remoto (RAT), convence as vítimas a executarem o primeiro estágio de infecção.

 

Com foco no mercado financeiro nacional de bancos, financeiras e também no novo mercado das criptomoedas, esta nova variante de malware bancário foca no Brasil, e já dá as caras do quanto a engenharia social facilitará a vida do cibercrime.

 

Mas como ele atua?

Como toda ameaça avançada (APT) e se valendo da engenharia social, o Zumanek posiciona-se estrategicamente vigilante estudando seus alvos, visando entregar conteúdo convincente e que conduza a vítima a baixar e executar o primeiro estágio da cadeia de infecção. E esta etapa inicial, consiste no estudo e triagem da máquina onde ele está sendo rodado, e em seguida baixa o conteúdo nocivo para executá-lo.

 

Entende-se que o motivo para que explicar o porquê as detecções são feitas em sua maioria no Brasil, deve-se porque o downloader examina a língua do sistema utilizado pelo usuário e só agir se a entrada corresponder ao idioma ‘pt-br’.

 

Uma outra verificação do malware é para atingir o ponto mais fraco que são os usuários sem proteção antivírus. Antes de tentar fazer o download de qualquer arquivo, o downloader verifica a presença de diferentes anti-ameaças. E no caso da existência de alguma proteção desse tipo, o processo é imediatamente encerrado. Agora, caso não seja encontrado antivírus, segue-se com a sequência de ataque, realizando o download do payload final e sua execução na máquina da vítima.

 

Adiante, passando para a segunda etapa, o arquivo executado fornece ao atacante o controle remoto da máquina da vítima. Então ele realiza o roubo de credencias de acesso a serviços de internet banking e a contas de serviços de criptomoedas.

 

Feita a execução dos arquivos, são enviados diversos comandos à máquina da vítima, podendo o operador também visualizar a tela do usuário, tudo isso a partir dos dados enviados, realizando comandos do tipo screenshot de tela. Dessa maneira, os dados da vítima ficam totalmente expostos.

 

Reforçamos que se deve observar sempre as boas práticas do uso da rede doméstica e corporativa. Pois em nossas rotinas, muitas vezes deixamos para executar atividades pessoais e profissionais em distintos horários, trabalhando em casa ou acessando informações bancárias na rede corporativa.

 

O trânsito de conexões entre redes protegidas e não-protegidas, facilita a injeção de malwares obtidos fora de ambiente controlado, gerando transtornos ao usuário e às organizações que procuram manter o controle sobre o uso seguro de sua infraestrutura.

 

 

Fonte: Security Report.


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