A Cloud como vetor de Segurança da Informação.

A Cloud como vetor de Segurança da Informação.

Qual o papel da nuvem no combate ao ransomware?

 

A nuvem pode contribuir muito para o compartilhamento de informações que auxiliem o combate ao Cibercrime. Segundo Arthur Capella, Country Manager Brasil da Palo Alto Networks, a base expansível em cloud permite incluir todos os registros e informações possíveis para a detecção e mitigação desses ataques; o executivo participou do Graça Sermoud Entrevista, da TVDecision e também falou sobre as tendências de Segurança discutidas no Ignite 2017.

Assista a entrevista na íntegra.

 

Sobre a parceria Gantech e Palo Alto Networks:

A Gantech é parceira oficial Palo Alto Networks desde 2013, com a marca de 10 anos de atuação no mercado e perfil altamente especializado em Segurança da Informação. Com visão estratégica e abrangente, está sempre atualizada com relação às últimas tendências do mercado para atender as necessidades reais de seus clientes de diversos portes e segmentos. Levar aos clientes a melhor estrutura de visibilidade e performance em segurança da informação, é compromisso primordial para esta parceria de sucesso.

 

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Muito prazer, eu sou o DeOS – Destruction of Service.

Muito prazer, eu sou o DeOS – Destruction of Service.

Estamos adentrando à uma nova era da capacidade destrutiva e variação de técnica de ataques, muito mais abrangentes e massivos, gerando desafios ainda maiores para os líderes de TI e Segurança da Informação. E, concomitantemente ao fator humano, observamos diversas tecnologias legadas sendo superadas dia após dia.

 

Muito se conhece sobre os tradicionais ataques de negação de serviço (DDoS), bem como, quanto eles podem causar prejuízos gerando a indisponibilidade de diversos sistemas em uma organização. No entanto, esta categoria de ataque muito comum já está superada, sendo ela substituída pelo DeOS (Destruction of Service). Considerada por especialistas uma variação do ransomware, o DeOS consiste em danificar sistemas inteiros, uma se as organizações não realizarem o pagamento do resgate exigido, eliminando backups de redes, justamente estes os fundamentos para o processo de restauração de sistemas e dados após um ciberataque.

 

E o centro desta discussão sobre DeOS é o que em algumas publicações viemos tratando recentemente, o IoT (Internet of Things). A grande questão é que a corrida para segurança em IoT tem sido grande, visando preencher os espaços abertos entre as integrações das diversas plataformas de mercado. E estes buracos possuem inúmeras chances de gerar brechas para aplicação do DeOS por atacantes habilidosos.

 

De fato, a Internet das Coisas tem sido uma grande aliada dos cibercriminosos, isso porque, quanto a maior a quantidade de dispositivos conectados à rede, muito mais gaps de segurança são gerados. E, de acordo com recentes registros, a atividade de botnet em IoT já indica a ação de grupos específicos que planejam uma onda de alto impacto nos ataques, comprometendo como um todo a própria internet. Os dispositivos IoT dificilmente possuem uma segurança nativamente embarcada, além de sua infecção ser relativamente fácil, a capacidade de se controlar as atualizações é muito pequena.

 

E o que se pode fazer?

 

Vale lembrar que, conforme frisamos em alguns bate-papos atrás, a adoção de ferramentas que ampliem a visibilidade em ambiente IoT, contribui significativamente para o crescimento e maturidade em Segurança da Informação. Releia em A Internet das coisas e a era de repensar a segurança.

 

Atenciosamente,

Gantech Information Safety

O seu antivírus morrerá. E você não poderá fazer nada contra isso.

O seu antivírus morrerá. E você não poderá fazer nada contra isso.

O antivírus tradicional (AV) não é mais a solução ideal para prevenir falhas de segurança no endpoint. A solução deixou de ser eficaz para combater as atuais ameaças cibernéticas. Embora o antivírus tradicional satisfaça muitos requisitos regulamentares, como os de governança e de conformidade, sua relação custo x benefício deixou de ser vantajosa, pois ele fornece pouco ou nenhum valor de segurança real.

Neste caso, apesar do fato de que as soluções tradicionais “protegem” quase todos os endpoints e servidores no mundo, as violações de segurança ainda estão em ascensão. As organizações que optam por substituir seu antivírus tradicional por tecnologias mais avançadas devem selecionar um produto de segurança que ofereça um valor de segurança superior, não apenas em termos de custos monetários, mas também em termos de eficácia de segurança.

 

Mas e se ele morrer, qual será seu substituto?

Especialistas apontam há alguns anos, a necessidade da evolução das ferramentas para proteção de endpoints, saindo da esfera reativa e entrando no âmbito estratégico do desenvolvimento da ameaça. E pensando nesta demanda o mercado convergiu na criação das chamadas soluções Advanced Endpoint Protection. Mas o que significa afinal esta tal “proteção avançada de endpoint”?

Para ser considerada uma ferramenta avançada de proteção para endpoints, ela deve ser multi-métodos. Ou seja, deve focar nas técnicas de construção da ameaças e não em suas variantes. E esta redução de espectro não significa perda de visão ou profundidade de ação, mas muito pelo contrário, ela potencializa a cobertura não só das ameaças e malwares tradicionais mas também contra aquelas tecnicamente refinadas e que nenhum antivírus comum pode detectar.

E é possível comparar diretamente os tradicionais AV com o Advanced Endpoint Protection?

A resposta é: não!

Embora ambas possam bloquear ameaças em comum como objetivo final, elas enxergam em direções diferentes. Desta maneira, criar qualquer comparativo entre elas seria igualar bananas à maçãs. Certo?

Caso queira entender mais sobre as diferenças entre ambas abordagens, veja alguns vídeos interessantes abaixo:

 

 

O Traps da Palo Alto Networks versus WannaCry.

A Palo Alto Networks traz no Traps a verdadeira “prevenção multi-métodos”, bloqueando ataques sem a necessidade de assinaturas tradicionais de antivírus ou host IPS no ponto final. O Traps aproveita a inteligência de ameaças, aprendizado de máquina, análise estática e dinâmica e prevenção avançada de manipulação e memória. Além disso, o Traps monitora processos e aplicativos à medida que eles são gerados por atividades e eventos suspeitos, e os dados do ponto final estão correlacionados com eventos descobertos pelos dispositivos NGFW da Palo Alto Networks e WildFire.

Contextualizando a ação do Traps na campanha de ransomwares que assolou diversas empresas ao redor do mundo, abaixo está a timeline do WannaCry, onde poderão observar que os clientes utilizando Traps já estavam protegidos via análise local com Machine Learning. Onde os firewalls NGFW da Palo Alto Networks já possuíam proteções contra os CVE’s e com a evolução do ataque, a assinatura Wildfire foi vendo mais eventos e automatizando mais proteções e indicadores a respeito da ameaça, que serviram como uma das massas de dados utilizadas pelo Autofocus.

E você já deve se preparar para a mudança?

A resposta é: sim!

Porém é muito importante salientar que não se trata somente de substituição de ferramentas. A mudança deve ser encarada como um todo e o esforço de enxergar a proteção de endpoints como uma tarefa proativa, fará toda a diferença e aumentará os índices de sucesso desta transição.

E o momento de começar a agir, é agora.

 

Atenciosamente,

Gantech Information Safety

 

Café da manhã reúne executivos para debater cenário de Ransomwares.

Café da manhã reúne executivos para debater cenário de Ransomwares.

Vamos falar sobre Ransomwares?

 Café da manhã reúne em São Paulo, líderes de TI e clientes da Gantech, para falar sobre Ransomwares e sequestro de dados.

 

Oferecido pela WatchGuard Technologies e a Gantech, no último dia 13/07, o evento reuniu importantes lideres de TI e executivos de tecnologia para debater o tema que além de atual, afeta diretamente todos os segmentos da economia.

Com palestra ministrada por Mauricio Costa, Country Manager Brasil da WatchGuard Technologies, o café da manhã ofereceu ampla explicação sobre o que são Ransomwares e como eles vêm afetando e desafiando diretamente as estruturas de segurança de rede. Somando-se ao overview do cenário de sequestro de dados e evolução destas ameaças, os presentes puderam ver em números reais quanto que o mercado de cibercriminosos está lucrando com estas atividades ilícitas.

Mauricio Costa (Country Manager Brasil – WatchGuard)

 

Clientes Gantech e Executivos de TI

E seguindo no firme compromisso de trazer aos clientes e amigos, conteúdo e tecnologias de ponta em Segurança da Informação, a Gantech manterá durante o ano uma agenda pontual de eventos e divulgações, sempre abordando os aspectos estratégicos do segmento de Segurança em TI.

Acompanhe nosso blog e perfis para mais novidades!

Atenciosamente,

Gantech Information Safety

Por dentro dos fatos: ransomware Petya

Por dentro dos fatos: ransomware Petya

Mas afinal, você sabe o que é o Petya?

Conforme nosso comunicado de alerta emitido ontem, uma grande parte de dispositivos e servidores esteve sob ataque de mais uma variação letal de ransomware.

Uma série de organizações Européias, mais especificamente na Ucrânia, Rússia, Inglaterra e Índia, sofreram ataques massivos de um novo vírus de resgate. No entanto, com característica principal bem diferente do WannaCry, o Petya é cerca de um ano mais velho. Registrou-se no início de 2016 a primeira versão do Petya. Já o WannaCry veio a gerar seus primeiros impactos apenas neste ano.

O Petya tem por sua principal característica modificar o setor de inicialização do disco rígido. E como os tradicionais vírus de resgate normalmente só criptografam arquivos, vide o WannaCry, o Petya é diferente pois utiliza uma abordagem de criptografar alguns setores-chave do disco, impedindo assim que o sistema dê boot e que qualquer software acesse a lista de arquivos no disco.

E como o Petya agiu tão rápido?

Recentemente o WannaCry usou uma brecha no Windows. E não foi diferente com o Petya.

De acordo com diversas entidades de pesquisa e laboratórios especializados no combate ao cibercrime, o novo vírus chegou na rede de suas vítimas através de um programa de contabilidade ucraniano, o “MeDoc”. Em comunicado, o site oficial do software, confirmou que houve um ataque de vírus ligado ao programa.

Você pode ser atingido por isso?

A resposta podemos dar através de uma outra pergunta: Como você enxerga sua segurança?

Obviamente se você mantém sua postura de segurança ativa e observa as boas práticas de uso dos dados e da sua rede, você não tem tanto a se preocupar. No demais, é só manter os olhos atentos ao comportamento de navegação de seus usuários.

Quais as ações iniciais que você pode tomar?

1 – Bloqueio dos domínios:

2 – Bloqueio dos IPs

  • 95.141.115.108
  • 185.165.29.78
  • 84.200.16.242
  • 111.90.139.247

 

O que a Gantech e seus parceiros tem feito para livrar seus clientes do Petya?

Nossas parcerias tecnológicas, altamente qualificadas, posicionaram-se ativas e atentas aos impactos provocados pelo Petya. Nenhum incidente entre nossos clientes foi detectado, mas independentemente disso,  mantemos nosso nível de alerta e disponibilidade em grau máximo.

Confira abaixo os principais releases publicados por nossos parceiros nesta primeira ação contra o ransomware Petya:

A sincronia e inteligência oferecidas por suas ferramentas Wildfire® e Autofocus, possibilitaram aos clientes Palo Alto Networks, efetiva proteção sem o menor índice de instabilidade ou atraso. Em paralelo à isso, seu laboratório dedicado ao estudo avançado de ciberameaças, o UNIT 42, publicou sua análise inicial sobre o ocorrido. Confira em detalhes diretamente pelo link: https://researchcenter.paloaltonetworks.com/2017/06/unit42-threat-brief-petya-ransomware/


Em publicação recente em seu blog de segurança Secplicity, o CTO da Watchguard, Corey Nachreiner, fornece amplo detalhamento técnico sobre a ameaça. Além disso, a Watchguard reforça sua postura de defesa resiliente através de sua linha de appliances, dotados de licenciamento Total Security com cobertura específica para ameaças do tipo ransomware e APT, com o complemento de seu sensor para enpoints, o TDR (Threat Detection and Response).

Resultado de imagem para trustwaveCom abordagem técnica aprofundada e visão forense da situação, o SpiderLabs® da Trustwave também mostrou-se ativo e vigilante sobre a campanha de ransomware de ontem. Em seu blog, encontramos além dos detalhamentos técnicos da ameaça, diversos insights sobre como tratar a conformidade em segurança da informação, de maneira eficaz e objetiva. Mais detalhes pelo link: www.trustwave.com/Resources/SpiderLabs-Blog

Com postura proativa e visando sempre a segurança, firmamos nosso compromisso de manter nossos clientes 100% informados, com nossos olhos abertos e atentos às mudanças.

Atenciosamente,

Gantech Information Safety.

COMUNICADO IMPORTANTE: Ransomware Petya

COMUNICADO IMPORTANTE: Ransomware Petya

Prezados clientes, parceiros e amigos.
Recentemente tomamos conhecimento de um novo ataque do tipo Ransomware, chamado Petya, que atingiu pontualmente companhias de energia e instituições bancárias do Leste Europeu. Até o presente momento se sabe que a onda foi propagada às 15:00 na Ucrânia (hora local), atingindo pontualmente empresas nacionais.

Mensagem de resgate do Petya

Em que pese a ação isolada, estamos cientes do acontecimento e trabalhando de maneira intensa junto aos nossos parceiros, visando manter nossos clientes protegidos contra esta ameaça.

Dessa maneira, reforçamos nosso compromisso e visão preventiva de segurança da informação.

Atenciosamente,

Gantech Information Safety.