Café da manhã reúne executivos para debater cenário de Ransomwares.

Café da manhã reúne executivos para debater cenário de Ransomwares.

Vamos falar sobre Ransomwares?

 Café da manhã reúne em São Paulo, líderes de TI e clientes da Gantech, para falar sobre Ransomwares e sequestro de dados.

 

Oferecido pela WatchGuard Technologies e a Gantech, no último dia 13/07, o evento reuniu importantes lideres de TI e executivos de tecnologia para debater o tema que além de atual, afeta diretamente todos os segmentos da economia.

Com palestra ministrada por Mauricio Costa, Country Manager Brasil da WatchGuard Technologies, o café da manhã ofereceu ampla explicação sobre o que são Ransomwares e como eles vêm afetando e desafiando diretamente as estruturas de segurança de rede. Somando-se ao overview do cenário de sequestro de dados e evolução destas ameaças, os presentes puderam ver em números reais quanto que o mercado de cibercriminosos está lucrando com estas atividades ilícitas.

Mauricio Costa (Country Manager Brasil – WatchGuard)

 

Clientes Gantech e Executivos de TI

E seguindo no firme compromisso de trazer aos clientes e amigos, conteúdo e tecnologias de ponta em Segurança da Informação, a Gantech manterá durante o ano uma agenda pontual de eventos e divulgações, sempre abordando os aspectos estratégicos do segmento de Segurança em TI.

Acompanhe nosso blog e perfis para mais novidades!

Atenciosamente,

Gantech Information Safety

Por dentro dos fatos: ransomware Petya

Por dentro dos fatos: ransomware Petya

Mas afinal, você sabe o que é o Petya?

Conforme nosso comunicado de alerta emitido ontem, uma grande parte de dispositivos e servidores esteve sob ataque de mais uma variação letal de ransomware.

Uma série de organizações Européias, mais especificamente na Ucrânia, Rússia, Inglaterra e Índia, sofreram ataques massivos de um novo vírus de resgate. No entanto, com característica principal bem diferente do WannaCry, o Petya é cerca de um ano mais velho. Registrou-se no início de 2016 a primeira versão do Petya. Já o WannaCry veio a gerar seus primeiros impactos apenas neste ano.

O Petya tem por sua principal característica modificar o setor de inicialização do disco rígido. E como os tradicionais vírus de resgate normalmente só criptografam arquivos, vide o WannaCry, o Petya é diferente pois utiliza uma abordagem de criptografar alguns setores-chave do disco, impedindo assim que o sistema dê boot e que qualquer software acesse a lista de arquivos no disco.

E como o Petya agiu tão rápido?

Recentemente o WannaCry usou uma brecha no Windows. E não foi diferente com o Petya.

De acordo com diversas entidades de pesquisa e laboratórios especializados no combate ao cibercrime, o novo vírus chegou na rede de suas vítimas através de um programa de contabilidade ucraniano, o “MeDoc”. Em comunicado, o site oficial do software, confirmou que houve um ataque de vírus ligado ao programa.

Você pode ser atingido por isso?

A resposta podemos dar através de uma outra pergunta: Como você enxerga sua segurança?

Obviamente se você mantém sua postura de segurança ativa e observa as boas práticas de uso dos dados e da sua rede, você não tem tanto a se preocupar. No demais, é só manter os olhos atentos ao comportamento de navegação de seus usuários.

Quais as ações iniciais que você pode tomar?

1 – Bloqueio dos domínios:

2 – Bloqueio dos IPs

  • 95.141.115.108
  • 185.165.29.78
  • 84.200.16.242
  • 111.90.139.247

 

O que a Gantech e seus parceiros tem feito para livrar seus clientes do Petya?

Nossas parcerias tecnológicas, altamente qualificadas, posicionaram-se ativas e atentas aos impactos provocados pelo Petya. Nenhum incidente entre nossos clientes foi detectado, mas independentemente disso,  mantemos nosso nível de alerta e disponibilidade em grau máximo.

Confira abaixo os principais releases publicados por nossos parceiros nesta primeira ação contra o ransomware Petya:

A sincronia e inteligência oferecidas por suas ferramentas Wildfire® e Autofocus, possibilitaram aos clientes Palo Alto Networks, efetiva proteção sem o menor índice de instabilidade ou atraso. Em paralelo à isso, seu laboratório dedicado ao estudo avançado de ciberameaças, o UNIT 42, publicou sua análise inicial sobre o ocorrido. Confira em detalhes diretamente pelo link: https://researchcenter.paloaltonetworks.com/2017/06/unit42-threat-brief-petya-ransomware/


Em publicação recente em seu blog de segurança Secplicity, o CTO da Watchguard, Corey Nachreiner, fornece amplo detalhamento técnico sobre a ameaça. Além disso, a Watchguard reforça sua postura de defesa resiliente através de sua linha de appliances, dotados de licenciamento Total Security com cobertura específica para ameaças do tipo ransomware e APT, com o complemento de seu sensor para enpoints, o TDR (Threat Detection and Response).

Resultado de imagem para trustwaveCom abordagem técnica aprofundada e visão forense da situação, o SpiderLabs® da Trustwave também mostrou-se ativo e vigilante sobre a campanha de ransomware de ontem. Em seu blog, encontramos além dos detalhamentos técnicos da ameaça, diversos insights sobre como tratar a conformidade em segurança da informação, de maneira eficaz e objetiva. Mais detalhes pelo link: www.trustwave.com/Resources/SpiderLabs-Blog

Com postura proativa e visando sempre a segurança, firmamos nosso compromisso de manter nossos clientes 100% informados, com nossos olhos abertos e atentos às mudanças.

Atenciosamente,

Gantech Information Safety.

COMUNICADO IMPORTANTE: Ransomware Petya

COMUNICADO IMPORTANTE: Ransomware Petya

Prezados clientes, parceiros e amigos.
Recentemente tomamos conhecimento de um novo ataque do tipo Ransomware, chamado Petya, que atingiu pontualmente companhias de energia e instituições bancárias do Leste Europeu. Até o presente momento se sabe que a onda foi propagada às 15:00 na Ucrânia (hora local), atingindo pontualmente empresas nacionais.

Mensagem de resgate do Petya

Em que pese a ação isolada, estamos cientes do acontecimento e trabalhando de maneira intensa junto aos nossos parceiros, visando manter nossos clientes protegidos contra esta ameaça.

Dessa maneira, reforçamos nosso compromisso e visão preventiva de segurança da informação.

Atenciosamente,

Gantech Information Safety.

A Internet das coisas e a era de repensar a segurança.

A Internet das coisas e a era de repensar a segurança.

Você chega em casa cansado após um dia de trabalho e pensa em preparar um delicioso cafezinho expresso. Olha para sua cafeteira, seleciona sua cápsula e inicia o preparo com aquele maravilhoso e peculiar aroma. Um dia após o outro, você repete o processo, alternando entre diferentes horários e diferentes sabores. E sem perceber, suas preferências são coletadas e memorizadas. Este é um pequeno exemplo de nosso tema da semana. A internet das coisas redefinindo conceitos e mudando paradigmas, lançando uma nova era para repensar a segurança.

Pois é, até uma inofensiva cafeteira hoje pode saber tão bem dos seus hábitos quanto você mesmo.

Do cafezinho em casa ao grande parque de firewalls de um grande banco, tudo está envolto pela internet das coisas (IoT), onde os perímetros foram quebrados e uma redefinição de zona e bordas está em curso. Mas o que isso quer dizer, afinal?

A descentralização do armazenamento de dados e instância das aplicações fez com que a “era Cloud” fosse a predecessora do que o IoT hoje está consolidando. Dispositivos inteligentes e capazes de coletar qualquer tipo de informação vem, escalando cada vez mais a integração entre plataformas, porém na contrapartida tudo ainda está meio “solto”. E esta lacuna de organização de informações vêm desafiando a área de segurança da informação.

Não se trata de comandar tudo que se conecta à rede, mas sim, convergir tudo o que os dispositivos estão dizendo em uma única consolidadora de dados. Além disso, é importante gerir a segurança com visão da conformidade, mantendo requisitos mínimos de políticas de acesso e explorando os recursos de checagem de status de cada item conectado ao ambiente de produção e conectividade internos. Esta convergência é capaz não só de facilitar a coleta e visualização de diversos dispositivos, bem como, de mostrar as diferenças entre eles e o quão peculiar e específico cada um pode ser na superação diária dos desafios em segurança.

E é assim, migrando de uma rede à outra diariamente, que os dispositivos móveis interagem com seus equipamentos domésticos e com sua rede corporativa. Entender que este intercâmbio de informações e redes altamente flutuantes em regras pode dinamitar qualquer ambiente precariamente concebido, é fundamental.

E aí, vamos repensar a segurança?

 

Atenciosamente,

Gantech Information Safety.

 

Vamos falar de tráfego criptografado?

Vamos falar de tráfego criptografado?

Vamos falar de tráfego criptografado?

Em 2016, o tráfego criptografado aumentou até atingir uma média de 67% do tráfego total (Fonte: A10 Networks). O tráfego SSL sempre foi considerado como um tráfego seguro, mas hackers sabendo disso estão aproveitando esta “blindagem” para camuflar conteúdos nocivos.

Diversas são as justificativas para o uso de tráfego criptografado. Sejam pelas violações que vemos frequentemente divulgadas na mídia, a preocupação com a privacidade e até mesmo a crença em esconder o que se julga ultra-sigiloso. Mas por trás disso, esconde-se a faceta mais destrutiva dos malwares atuais.

Estima-se que a busca incansável pela ampliação da criptografia de tráfego, numa consequente à proteger-se contra as ameaças, acabou criptografando uma grande parte destes conteúdos nocivos. Resultando aí no dado mais alarmante de todos que é o que dos últimos grandes ataques nos últimos cinco anos, todos vieram por tráfego criptografado.

Voltemos ao Wannacry como exemplo. A origem deste massivo ataque foi a entrega de conteúdo malicioso por canais de comunicação criptografados.

E agora, o que fazer já que estamos sendo envenenados pelo nosso próprio antídoto?

Nesse ponto, vale a máxima: O que não é visto não é reconhecido.

Investir tempo, conhecimento e técnicas para expandir aquilo que enxergamos em nisso tráfego de rede é fundamental.

Ataques do tipo ransomware e spear phising, quando por exemplo incorporados a e-mails entregues através de tráfego criptografado, tornam-se facilmente evasivos para as tecnologias legadas. E quando falamos de algo obsoleto, nos referimos ao que não acompanha mais os padrões atuais de visibilidade de tráfego.

Este é o momento em que vale a pena investir não só dinheiro, mas tempo acima de tudo para entender melhor sobre seu tráfego criptografado e se de fato você realmente está protegido. E na seara de proteção de perímetro, é imprescindível contar com uma tecnologia voltada à inspeção de 100% do tráfego em camada 7, durante 100% do tempo.

Pensando nisso, tome um tempo para conhecer as opções que o mercado tem a oferecer e faça uma análise rápida de como sua estrutura está atualmente posicionada na visibilidade do tráfego criptografado.”

 

Abraços,

Gantech Information Safety

Xiii…Aconteceu! E agora, quem poderá me defender?

Xiii…Aconteceu! E agora, quem poderá me defender?

Caro leitor e amigo.

Como você tem acompanhado em nossa cobertura recente sobre os incidentes ocorridos ao redor do mundo, especificamente sobre o ransomware WannaCry, entendemos que ainda há muito a ser explorado sobre o tema. E analisando por uma das óticas abordadas em nossa última publicação, aquela que trata sobre a lacuna da cultura da prevenção, julgamos ser importante municiar você com dicas relevantes.

Sabemos que muitos gestores de TI não possuem todas as ferramentas que desejam (por vezes nem as mais básicas), assim como do outro lado as empresas não possuem a cabeça da TI tão preparada assim. Dessa maneira, atendemos ambos os lados, enxergamos a resposta a incidentes como um fator chave para dar o primeiro passo rumo à recuperação de desastres.

Entao vamos lá! Você sabe o que é um plano de resposta a incidentes?

Em poucas palavras, ele delineia o caminho que sua equipe deve seguir para enfrentar o problema de frente, com ou sem todas as ferramentas necessárias.

E de acordo com o SANS (www.sans.org), uma das mais renomadas instituições mundiais para boas práticas em segurança da informação, existem 6 fases chave de um plano de resposta a incidentes. E são elas:

  1. Preparação – Preparar usuários e profissionais de TI para lidar com incidentes potenciais caso ocorram;
  2. Identificação – Descobrir o que queremos dizer com um “incidente de segurança” (que eventos podemos ignorar vs quais devemos agir agora?);
  3. Contenção – Isolar sistemas afetados para evitar mais danos;
  4. Erradicação – Encontrar e eliminar a causa raiz (remoção de sistemas afetados de produção);
  5. Recuperação – Permitir que sistemas afetados retornem para o ambiente de produção;
  6. Lições Aprendidas – Escrever tudo, revisar e analisar com todos os membros da equipe para que você possa melhorar os futuros esforços de resposta a incidentes.

Após seguidos estes passos, é extremamente importante que se tire um saldo de todo o processo, indo além da etapa das lições aprendidas. Pensamos inclusive que é este passo extra que pode render resultados surpreendentes.

E agora, o que falta para você se preparar?